Isso mesmo, com G. O geito é meu e coloco como eu quero. Ok? Um belo nome criativo para o blog galera. Me permitam, o blog é meu. rs rs
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Pra quem não conhece, Bruno Pegorraro.
Profile de seu Blog, texto inteligente de um grande amigo amante da vida e dos amigos.
Eu tenho preguiça de quem não comete erros. Tenho profundo sono de quem prefere o morno. Eu gosto do risco. Dos que arriscam. Tenho admiração nata por quem segue o coração. Eu acredito nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar. Dar a cara a tapa! Ser louco, estranho, bonito, chato! Eu sou assim. Tenho um milhão de defeitos. Sou volúvel. Tenho um mal-humor horrível. Sou viciado em gente. Odeio ficar sozinho. Mas eu vivo para sentir. Por isso, eu te peço. Me provoque. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, pelo amor de Deus, me faça sentir... Um beliscãozinho que for, me dê. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar o quanto for. Não passo de um jovem que carrega consigo o segredo da vida que não vive. Este é o meu alimento: palavras para uma alma com fome.
Eu tenho preguiça de quem não comete erros. Tenho profundo sono de quem prefere o morno. Eu gosto do risco. Dos que arriscam. Tenho admiração nata por quem segue o coração. Eu acredito nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar. Dar a cara a tapa! Ser louco, estranho, bonito, chato! Eu sou assim. Tenho um milhão de defeitos. Sou volúvel. Tenho um mal-humor horrível. Sou viciado em gente. Odeio ficar sozinho. Mas eu vivo para sentir. Por isso, eu te peço. Me provoque. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, pelo amor de Deus, me faça sentir... Um beliscãozinho que for, me dê. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar o quanto for. Não passo de um jovem que carrega consigo o segredo da vida que não vive. Este é o meu alimento: palavras para uma alma com fome.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
MUNDO AS AVESSAS
Para que roubar, se a todo instante alguém vem lhe oferecer algo roubado?
Pra que comprar drogas, se a todo instante um amigo vem lhe oferecer?
Para que namorar, se sempre temos uma garota ao nosso alcance?
Por que estudar, se podemos comprar um diploma?
Por que ficar em casa, se o que nos diverte esta fora dela?
Por que a família, se temos amigos?
Por que cuidar do planeta, se os outros não cuidam?
Por que a política, já que somos tão desorganizados?
Por que o dinheiro, se logo o gastamos?
Por que a saúde, se optamos pela doença?
Por que a paz, se o que gostamos de ver é a violência?
Por que o amor, se optamos pelo prazer?
Por que matar, sem mal vivemos?
Por que viver? se aos poucos morremos...
(Felipe Andretta, 22-10-2009)
O encontro de Saramago com Deus
Sensacional!!!
Como se dissesse água
Fico imaginando como foi o recenteente encontro
entre dois antigos desafetos: Saramago e Deus.
- Seja bem-vindo, José. Surpreso em Me ver?
- Pois estou mais surpreso em ter sido aceito aqui no céu.
- E por que Eu não te aceitaria?
- Porque sempre desdenhei do Senhor e desse lugar aqui, ora.
- Mas é exatamente por isso que você está aqui.
- Para uma vingança póstuma Sua, imagino.
- Não, pelo contrário: para Eu te recompensar.
- Me recompensar? Por ter blasfemado o Senhor e Seu filho?
- Você também é meu filho, José.
- Só acredito vendo o teste de DNA.
- E de todos os Meus filhos, é um dos poucos que nunca Me pediu nada.
- Decepcionei-te?
- Não, nem um pouco. Tanto que até te ajudei a ganhar o Prêmio Nobel.
- Votastes em mim? Não sabia que eras membro da Academia...
- Não votei, mas fiz Meus votos.
- Fizestes votos? Então fraudastes a eleição dos suecos, Gajo!
- Não se faça de tolo, José. Agora não há mais motivos para zombar de Mim.
- Pois bem, então já que o Senhor existe, exijo algumas explicações.
- Chegou a sua hora de perguntar.
- Por que deixastes o mundo do jeito em que está?
- Eu o criei para ser de outro jeito.
- Então o criastes para depois o abandonares?
- Não o abandonei. Eu o deixei para vocês tomarem conta.
- O Senhor o deixou para os banqueiros, para os políticos... não para nós.
- Deixei-o para todos, José.
- Mas por que nem todos têm acesso igual às mesmas coisas?
- No início, tinham. E deveriam ter até hoje.
- Então por que o Senhor não intervém?
- Eu já fiz Minha parte. Agora está na mão dos homens.
- Dos homens milionários norte-americanos, suponho.
- Não, esses ficarão com pouco.
- Bom, se esses ficarão com pouco, então quem ficará com muito?
- Você.
- Eu?
- Sim. Não disse que iria te recompensar?
- Mas por que não recompensas as crianças que morrem de fome na África?
- Porque não estou falando de recompensa material.
- E que tipo de recompensa eu mereço, ora pois?
- A eternidade.
- Como assim?
- A partir de agora, José, você é eterno.
- E o que fiz para merecer isso?
- Você se imortalizou. Simples assim.
- Curioso: precisei morrer para ficar imortal.
- Na verdade, você já era eterno antes de vir pra cá.
- Bom, se o Senhor está falando, quem sou eu pra discordar.
- Engraçado... antes de morrer você discordava bastante de Mim.
- Não me leves a mal, mas agora usarei minha eternidade de outra forma.
- "Não tenhamos pressa. Mas não percamos tempo."
- Conheço essa frase...
- Sim, foi você que escreveu.
- E como a sabes?
- Você deveria saber que Eu sei de tudo.
- Bom, até onde eu sei, acabamos de nos conhecer.
- Pois Eu te conheço desde quando você era serralheiro mecânico.
- E nunca me falou nada?
- Falei sim. Você que não ouviu.
- Se tivesse Te escutado, teria ouvido.
- Se acreditasse em Mim, teria escutado.
- Bom, não vamos transformar isso em uma discussão eterna, vamos?
- De acordo.
- Então o Senhor leu todos os meus livros?
- Todos.
- Ainda bem que não és um crítico literário...
- Pois saiba que gostei bastante do que li.
- Pois não deves entender bem o português, só pode ser.
- Entendo sim. Sou brasileiro, se esqueceu?
- Nunca soube disso.
- É porque você não deve gostar muito de futebol.
- Não mesmo. Mas voltando aos livros, algo que escrevi Te irritou?
- Nada.
- Nem o meu descrédito no Senhor?
- José, Eu nunca fui esse tal Deus em que você não acreditava.
- "Todos os dias tento encontrar um sinal de Deus, mas não encontro."
- Sim, Eu li essa sua frase também.
- E mesmo assim não mandastes um sinal?
- Se você estivesse falando comigo, teria mandado.
- Se soubesse que o Senhor existia, teria falado.
- "Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."
- O Senhor realmente conhece minhas frases... estou surpreso, confesso.
- De todas que você escreveu, só existe uma que não entendi até hoje.
- Então chegou a Sua hora de perguntar.
- É a dedicatória em seu último livro para sua esposa Pilar.
- "À Pilar, como se dissese água". Essa?
- Exato. O que quer dizer?
- Esquece. O Senhor jamais entenderia.
- Mas agora temos a eternidade inteira para você me explicar.
- Mesmo assim. A eternidade é pouco tempo para o Senhor entender isso.
- Por que?
- Porque o Senhor nunca amou uma mulher.
- José, José... Você não existe...
Eco Moliterno é Diretor de Criação da Africa
Como se dissesse água
Fico imaginando como foi o recenteente encontro
entre dois antigos desafetos: Saramago e Deus.
- Seja bem-vindo, José. Surpreso em Me ver?
- Pois estou mais surpreso em ter sido aceito aqui no céu.
- E por que Eu não te aceitaria?
- Porque sempre desdenhei do Senhor e desse lugar aqui, ora.
- Mas é exatamente por isso que você está aqui.
- Para uma vingança póstuma Sua, imagino.
- Não, pelo contrário: para Eu te recompensar.
- Me recompensar? Por ter blasfemado o Senhor e Seu filho?
- Você também é meu filho, José.
- Só acredito vendo o teste de DNA.
- E de todos os Meus filhos, é um dos poucos que nunca Me pediu nada.
- Decepcionei-te?
- Não, nem um pouco. Tanto que até te ajudei a ganhar o Prêmio Nobel.
- Votastes em mim? Não sabia que eras membro da Academia...
- Não votei, mas fiz Meus votos.
- Fizestes votos? Então fraudastes a eleição dos suecos, Gajo!
- Não se faça de tolo, José. Agora não há mais motivos para zombar de Mim.
- Pois bem, então já que o Senhor existe, exijo algumas explicações.
- Chegou a sua hora de perguntar.
- Por que deixastes o mundo do jeito em que está?
- Eu o criei para ser de outro jeito.
- Então o criastes para depois o abandonares?
- Não o abandonei. Eu o deixei para vocês tomarem conta.
- O Senhor o deixou para os banqueiros, para os políticos... não para nós.
- Deixei-o para todos, José.
- Mas por que nem todos têm acesso igual às mesmas coisas?
- No início, tinham. E deveriam ter até hoje.
- Então por que o Senhor não intervém?
- Eu já fiz Minha parte. Agora está na mão dos homens.
- Dos homens milionários norte-americanos, suponho.
- Não, esses ficarão com pouco.
- Bom, se esses ficarão com pouco, então quem ficará com muito?
- Você.
- Eu?
- Sim. Não disse que iria te recompensar?
- Mas por que não recompensas as crianças que morrem de fome na África?
- Porque não estou falando de recompensa material.
- E que tipo de recompensa eu mereço, ora pois?
- A eternidade.
- Como assim?
- A partir de agora, José, você é eterno.
- E o que fiz para merecer isso?
- Você se imortalizou. Simples assim.
- Curioso: precisei morrer para ficar imortal.
- Na verdade, você já era eterno antes de vir pra cá.
- Bom, se o Senhor está falando, quem sou eu pra discordar.
- Engraçado... antes de morrer você discordava bastante de Mim.
- Não me leves a mal, mas agora usarei minha eternidade de outra forma.
- "Não tenhamos pressa. Mas não percamos tempo."
- Conheço essa frase...
- Sim, foi você que escreveu.
- E como a sabes?
- Você deveria saber que Eu sei de tudo.
- Bom, até onde eu sei, acabamos de nos conhecer.
- Pois Eu te conheço desde quando você era serralheiro mecânico.
- E nunca me falou nada?
- Falei sim. Você que não ouviu.
- Se tivesse Te escutado, teria ouvido.
- Se acreditasse em Mim, teria escutado.
- Bom, não vamos transformar isso em uma discussão eterna, vamos?
- De acordo.
- Então o Senhor leu todos os meus livros?
- Todos.
- Ainda bem que não és um crítico literário...
- Pois saiba que gostei bastante do que li.
- Pois não deves entender bem o português, só pode ser.
- Entendo sim. Sou brasileiro, se esqueceu?
- Nunca soube disso.
- É porque você não deve gostar muito de futebol.
- Não mesmo. Mas voltando aos livros, algo que escrevi Te irritou?
- Nada.
- Nem o meu descrédito no Senhor?
- José, Eu nunca fui esse tal Deus em que você não acreditava.
- "Todos os dias tento encontrar um sinal de Deus, mas não encontro."
- Sim, Eu li essa sua frase também.
- E mesmo assim não mandastes um sinal?
- Se você estivesse falando comigo, teria mandado.
- Se soubesse que o Senhor existia, teria falado.
- "Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."
- O Senhor realmente conhece minhas frases... estou surpreso, confesso.
- De todas que você escreveu, só existe uma que não entendi até hoje.
- Então chegou a Sua hora de perguntar.
- É a dedicatória em seu último livro para sua esposa Pilar.
- "À Pilar, como se dissese água". Essa?
- Exato. O que quer dizer?
- Esquece. O Senhor jamais entenderia.
- Mas agora temos a eternidade inteira para você me explicar.
- Mesmo assim. A eternidade é pouco tempo para o Senhor entender isso.
- Por que?
- Porque o Senhor nunca amou uma mulher.
- José, José... Você não existe...
Eco Moliterno é Diretor de Criação da Africa
Homem vive em ilha construída por ele mesmo.
Isso mesmo, pode parecer incrível, mas o homem abaixo demorou cerca de 2 anos e meio para construir a ilha onde mora, ele utilizou várias garrafas pet para fazer a ilha flutuar, e o mais interessante é que ele deixou o negócio bem real, colocou areia, plantas, parece realmente uma ilha. Assistam, link abaixo, só passar o mouse que ele aparece.
http://www.youtube.com/watch?v=3mC43CddkLQ&feature=player_embedded#!
http://www.youtube.com/watch?v=3mC43CddkLQ&feature=player_embedded#!
TO PAGAAAAAAAANDO.
A conseqüência, para o ser humano, de viver fora da sua freqüência natural, é que somos os únicos seres do planeta que precisamos pagar para nascer, pagar para viver e pagar para morrer, o que não acontece com as demais espécies.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Uma crítica a nova Lei Ambiental.
Não adianta. Querem mesmo diminuir o que temos de mais precioso.
Um bom momento no litoral catarinense ao lado de grandes amigos.
Um bom momento no litoral catarinense ao lado de grandes amigos.
Saudades dos Amigos Publicitários.
Um trexinho do meu discurso de formatura aos amigos. Só pra relembrar.
Homenagem aos Amigos
A três meses atrás recebi o job mais importante de minha vida. Um job diferente, um job acima de tudo especial. Acabava de receber a missão de escrever algo para amigos que me acompanharam por uma longa trajetória. Pois bem, hoje aqui estou para falar um pouquinho dos 4 anos em que vivemos juntos, e uma coisa eu digo a vocês: foi exatamente como no mundo publicitário. Quantos objetivos, quantos problemas, quantos pontos fortes, quantos pontos fracos. Uma série de oportunidades, e por que não, algumas ameaças. Sem perceber construímos um plano de comunicação perfeito, por isso estamos aqui, frente a frente com nossos maiores clientes, os nosso pais, que durante 4 anos cobraram de nós a melhor campanha e os melhores resultados. O que eles não sabem é o quanto aprontamos em meio a tanto trabalho. Pois bem, agora que já estamos formados a gente já pode abrir o jogo né?
Tbm penso assim.
Abaixo uma compilação de grandes nomes retratando seu modo de ver o mundo. Apoio.
“Astronauta!
Tá sentindo falta da Terra?
Que falta
Que essa Terra te faz?
A gente aqui embaixo
Continua em guerra
Olhando aí prá lua
Implorando por paz”
Tá sentindo falta da Terra?
Que falta
Que essa Terra te faz?
A gente aqui embaixo
Continua em guerra
Olhando aí prá lua
Implorando por paz”
(lulu Santos e Gabriel Pensador )
“Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro,
do meu dinheiro, que reservo duramente para educar os meninos mais pobres
que eu, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro
viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.”
do meu dinheiro, que reservo duramente para educar os meninos mais pobres
que eu, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro
viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.”
(Ana Carolina, Só de Sacanagem)
“Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem
parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja
frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto”
parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja
frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto”
(Arnaldo Jabour)
Jeito ou Geito?
Galera deve estar se perguntando:
Como assim, Jeito com G?
Isso mesmo, com G. O geito é meu e coloco como eu quero. Ok?
Um belo nome criativo para o blog galera. Me permitam, o blog é meu. rs rs
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